quinta-feira, 30 de abril de 2015

Novo Parceiro

Oi galerinha, tudo bem?
Vim aqui com muito orgulho apresentar nosso novo parceiro e avisar que em breve teremos resenha do seu livro.

O livro:

Crônicas (Escritas) Feito um Pum

Autor: Eduardo de Sousa
Data de publicação: Março de 2015
Número de páginas: 114
ISBN: 978-989-51-3161-7
Coleção: Passos Perdidos
Gênero: Crônicas/Humor












Sinopse:

"- Você continua a escrever esses textos bobos? - diz ela irritada.
- Ah, de vez em quando pinta uma inspiração e escrevo.
- Você escreve sobre qualquer coisa. Que chato! Se pensar, você escreve. Se respirar, você escreve. Se peidar, você escreve.
- É, é como um peido mesmo. De repente dá uma vontade e eu solto um. Um texto, claro."
Trecho extraído da crônica “Sete anos de namoro”, parte integrante deste livro ao lado de vários outros textos irreverentes e bem humorados.


O autor:

Eduardo de Sousa nasceu em setembro de 1974 em São Paulo. Cidade onde vive e trabalha como fotógrafo. Ele tem dois filhos, um cão, dois gatos, treze irmãos e muitos sobrinhos. Uma família grande de fato somada a muitos amigos. Fonte inesgotável para seus textos. Apesar da sua principal ocupação, esse não é um livro de retratos, desses que são escritos pela luz e capturado pela câmera, mas sim, retratos do cotidiano, descritos com muito humor. “Crônicas (escritas) feito um pum” é o livro de estreia desse paulistano que transforma imagens em palavras.



Contatos do autor:






sábado, 25 de abril de 2015

#06 RESENHA DE LIVRO (O Ladrão de Raios)

Oi galerinha, estava pensando em fazer resenha de todos os livros da saga Percy Jackson, porém pensei que sairia spoilers sobre a saga, então fiz apenas do Ladrão de Raios e coloquei as sinopses dos demais, se quiserem que eu faça de todos só deixar um comentário aqui.


O ladrão de raios

Sinopse: Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, 'O Ladrão de Raios' esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.

Resenha: Percy Jackson um jovem quase normal ele tem apenas Dislexia e Déficit de atenção, estuda em um colégio normal onde seu melhor amigo é Groover, Percy sempre acha que está ajudando seu amigo (que usa muletas) mas está acontecendo o contrário, por que na verdade Groover é um protetor de ameaças sobrenaturais de Percy, no colégio o professor que Percy mais gosta é Quíron e um belo dia um professora ataca Percy em sala de aula, nesse dia ele descobre que é um Meio Sangue (ou seja filho de um Deus grego com um humano). 
Com esse ocorrido ele é levado para o acampamento Meio Sangue (onde semideuses são protegidos e ensinados a usar seus poderes), sua mãe (uma humana) o leva de carro com seu amigo Groover (que na verdade é um sátiro) e no caminho acontece algo inesperado e sua mãe se transforma em pó, Percy fica muito atordoado mas conseguem chegar ao acampamento. Lá Percy conhecerá jovens que são iguais a ele, fazerá novos amigos e viverá muitas aventuras, descubra isso e muito mais lendo o livro (é claro, kkk).

Bom essa é uma das minhas sagas favoritas, o tio Rick escreve de uma forma impressionante que me prendeu do inicio ao fim dos livros, li em menos de uma semana foi tipo um livro por dia, vale muito a pena leiam mesmo e as páginas da saga Percy Jackson não são tão cansativas de ler como dos Heróis do Olimpo, que tem um texto extenso, os livros do Percy tem um leitura bem rápida.
E em 12 de fevereiro de 2010 foi lançado o filme O Ladrão de Raios, e como a maioria das adaptações de livros ficou ruim, se ainda não leram nem assistiram recomendo que primeiro leiam para depois assistir o filme e xingar mentalmente a produtora (por que tipo difere muito das informaçoes do livro).

Segue o Link para o Trailer: LEGENDADO



Sinopses dos livros sequentes da saga:


O MAR DE MONSTROS


Sinopse: Percy Jackson tem um ano irritantemente calmo na escola. Nada de monstros, nada de confrontos. Nenhum perigo imediato a rondá-lo. Até que ele descobre que os limites mágicos que protegem a Colina Meio-Sangue estão se esvaindo. A menos que uma atitude seja tomada, o acampamento será atacado por demônios e monstros. A única maneira de restaurar o poder dos limites do acampamento é encontrar o mítico Velocino de Ouro. Assim, nossos heróis partem em uma arriscada e incrível viagem pelo Mar de Monstros - que fica, adivinhe só: logo ali, no Triângulo das Bermudas! Lá, enfrentam seres fantásticos, muitos perigos e situações inusitadas.

A MALDIÇÃO DO TITÃ




Sinopse: Aguardado com ansiedade pela grande rede de fãs da série Percy Jackson e os Olimpianos, A Maldição do Titã dá continuidade à elogiada combinação de mitologia, aventura e muita ação que se tornou sucesso entre o público jovem brasileiro. Nesse terceiro livro da série, um chamado do amigo Grover deixa Percy a postos para mais uma missão: dois novos meios-sangues foram encontrados, e sua ascendência ainda é desconhecida. Como sempre, Percy sabe que precisará contar com o poder de seus aliados heróis, com sua leal espada Contracorrente... e com uma caroninha da mãe. O que eles ainda não sabem é que os jovens descobertos não são os únicos em perigo.

A BATALHA DO LABIRINTO


Sinopse: Percy está prestes a começar o ano letivo em uma nova escola. Ele já não esperava que essa experiência fosse lá muito agradável, mas, ao dar de cara com cheerleaders monstruosas e mortas de fome, vê que tudo, sempre, pode ficar ainda pior. Nesse quarto volume da série, o tempo está se esgotando e a batalha entre os deuses do Olimpo e Cronos, o Senhor dos Titãs, fica cada vez mais próxima. Mesmo o Acampamento Meio-Sangue, o porto seguro dos heróis, se torna vulnerável à medida que os exércitos de Cronos se preparam para atacar suas fronteiras, até então impenetráveis. Para detê-los, Percy e seus amigos semideuses partirão em uma jornada pelo Labirinto, um interminável universo subterrâneo que, a cada curva, revela as mais temíveis surpresas.

O ÚLTIMO OLIMPIANO


Sinopse: Os meios-sangues passaram o ano inteiro preparando-se para a batalha contra os titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou semideus que se une à causa confere mais força ao vingativo Senhor do Tempo. Enquanto os olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem detê-lo. O combate que pode acarretar o fim da civilização ocidental ganha as ruas de Manhattan, e Percy tem a terrível sensação de que sua luta, na verdade, é contra o próprio destino.



sexta-feira, 24 de abril de 2015

Produtos Garota GeekStore

Galera olha esses mimos literários que fofuras, tudo isso e muito mais vocês podem adquirir pelo e-mail garotageekstore@hotmail.com além de serem fofos e lindos são baratos.









                              











Galera e ai gostaram?
Tem isso e muito mais, basta entrar em contato com a loja pelo e-mail: garotageekstore@hotmail.com





Uma observação da loja que pode ser importante: Algumas vezes oferecemos peças únicas (ou seja, exclusivas da loja e com poucas unidades) ou peças que nós mesmos confeccionamos. Aceitamos sugestões de produtos e estamos sempre abertos para novidades. Ainda estamos providenciando um site próprio de vendas, por isso pedimos para os interessados em adquirir o produto a entrarem em contato com a gente. E nós pretendemos, futuramente, fazer sorteios de livros e de alguns produtos.



Deixe seu comentário aqui sobre os produtos, obrigado.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Nova Parceira

  É com muito orgulho que venho apresentar nossa nova parceira.

  E. Samuel nasceu na cidade de São Paulo em 1974. Seu gosto       pela leitura começou cedo, quando por volta de oito anos de           idade, leu seu primeiro livro. A partir daí, nunca mais parou e a     leitura passou a ser uma parte constante de sua vida. Com cerca     de 12 anos se enveredou em sua primeira aventura literária, onde   escreveu seu primeiro conto, que no futuro daria origem ao que é   hoje o livro “As Quatro Portas do Tesouro – Em Busca do             Amuleto de Aloni”.

  Aos 18 anos ingressou no curso de Engenharia Agrícola na   UNICAMP, onde se formou em 1997.  Morou em Campinas por   alguns anos até voltar para São Paulo em 2001. Durante o             período que esteve em São Paulo, começou a reescrever o seu       conto de infância. Em 2002 mudou-se para o Canadá, onde viveu   por 12 anos.  Durante sua temporada no Canadá, E. Samuel fez o   curso de “Advanced Fiction Writing” no “Centre for Extended       Learning and Professional Development” da “University of           Waterloo”.

Durante esses anos, E. Samuel continuou trabalhando em seus livros, além de ser colaboradora eventual em revistas e blogs brasileiros locais. Em 2014, lançou no Canadá e no Brasil o livro “Em Busca do Amuleto de Aloni”, o primeiro livro da série “As Quatro Portas do Tesouro”.

Atualmente, E. Samuel mora com seu marido e seus filhos no estado de New Jersey nos EUA.



  Esse é seu livro que em breve terá resenha aqui.

  Sinopse: Daniel não imagina que depois de viver anos em uma     metrópole, vai encontrar em uma pequena cidade, a grande           aventura de sua vida! Juntamente com seus dois melhores             amigos, Júlio e Marcelo, descobre a Mata do Anatema, cercada     de lendas e mistérios.

  Mas será possível que tudo o que falam sobre esse lugar seja         verdade? Chegar um pouco mais perto não vai fazer mal               nenhum... ou vai?

  Uma aventura cheia de desafios, coragem, criaturas fantásticas     e, principalmente, superação de limites! “Em Busca do Amuleto   de Aloni”, o primeiro livro da série “As Quatro Portas do             Tesouro”, traz aos jovens leitores uma história bem humorada e   cheia de emoção, aventuras e fantasia, que vai capturar a               atenção de jovens e crianças de todas as idades.



Para mais informações sobre o livro e a autora, clique aqui.

#05 RESENHA DE LIVRO (Cidades de Papel)

Oii galerinha, hoje vim trazer a resenha desse livro maravilhoso do quero Tio João Verde.


TÍTULO: Cidades de papel
PÁGINAS: 368
AUTOR: John Green
EDITORA: Intrínseca

NOTA: 5/5

Sinopse: Nesse romance do premiado escritor John Green, o adolescente Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certa noite, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que Margo desapareceu. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.

Resenha: Bom o livro Cidades de papel não recebeu nota 10 por que não gostei do desfecho da história, porém ele é tão bom quanto os outros dele que li (ACEDE e QEVA?) super recomendo.
Quentin e Margo, eles são vizinhos e quando crianças eram amigos muito apegados mas com o tempo foram se afastando. No ensino médio que esse distanciamento fica evidente, mas lá Quentin conta com Ben e Radar seus melhores amigos que já estão acostumados a não ser populares, diferente de Margo uma garota linda e muito popular que Quentin nunca teria chances, mas até que um dia tudo muda.

Em uma noite onde Margo aparece do nada no quarto de Quentin solicitando que ele seja seu motorista para ela fazer um ato de vingança e não é uma simples vingança, pois tem um plano muito bem bolado, então ele aceita e sai com ela, vivendo aventuras que nunca tinha vivenciado antes. No fim  do plano ele só consegue pensar em uma coisa será que ela irá falar comigo amanhã no colégio?
Mas isso não acontece meus queridos, acontece algo pior Margo simplesmente desaparece, e Quentin e seus amigos encontram pistas e embarcam em uma aventura épica atrás de seu grande amor...
Então galera é isso esperam que tenham gostado, super recomendo esse livro apesar do final, mas o John Green está de parabéns mais uma vez, recomendo a todos.

E como vocês sabem, creio que todos sabem, Cidades de Papel virou filme e será lançado dia 16 de julho desse ano ainda, segue abaixo os links para o trailer (desculpa tentei colocar o vídeo mas fica ruim a qualidade).






sábado, 18 de abril de 2015

#04 RESENHA DE LIVRO (Quem é Você Alasca?)

Bom esse foi o melhor livro que já li do John Green, sério mesmo.
No começo é um pouco chato, mas vai cada vez mais ficando interessante até que você não consegue mais parar de ler. 


Quem É Você, Alasca? - o Primeiro Amigo, A Primeira Garota, As Últimas Palavras

TÍTULO: Quem é você Alasca?
PÁGINAS: 229
AUTOR: John Green
EDITORA: WMF Martins Fontes

NOTA: 5/5


Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras - e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o 'Grande Talvez'. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez.

Resenha: O protagonista é Miles Halter um garoto anti social que estuda em uma escola comum até que decide mudar para uma escola interna, Miles adora ler biografias mas ama gravar as últimas palavras dos personagens biografados. Seu pai estudou em Culver Creek então Miles escolheu ir para lá, onde imaginava fazer grandes amigos.
Chegando lá conhece seu colega de quarto "Coronel" que o apelida de "Gordo", também conhece a menina mais linda e atraente da escola "Alasca" que tem um namorado. Com o passar do tempo se tornam melhores amigos, mas Gordo não queria apenas uma amizade com Alasca, queria algo a mais. Mas ela tem namorado e se amam muito por sinal.
Lá ele vive uma série de aventuras, que nunca tinha vivenciado nem tinha pensado em vivenciar, trotes, cigarro, bebidas, e muito mais. Tudo estava indo muito bem, até que um certo dia acontece algo inesperado (nessa parte chorei, chorei mesmo, kkkk) que mudará totalmente o rumo da história.

O que será que aconteceu de tão inesperado?
Terão um vida normal após esse evento?

Curiosos lerão o livro. 
Super recomendo, não só esse mas todos do John Green. 





sexta-feira, 17 de abril de 2015

#03 RESENHA DE LIVRO (Senhor Fedor)

Olá queridos leitores, tudo bem?
Hoje farei mais uma resenha para o blog e é sobre o livro Senhor Fedor do autor David Walliams.
Editora: Intrínseca
Classificação: 8/10

          Chloe uma garotinha de QUASE 13
 anos, ela se achava a menina mais solitária do
 mundo, tinha poucos amigos, e na sua
 família apenas seu pai sentia orgulho dela e
 a mãe se importava mais com a irmã mais
 nova "Annabelle".
          Todos os dias no caminho da escola vê
 um senhor mendigo pelo vidro do carro, até 
 que um belo dia ela resolve ir falar com ele,
 só que ele fedia muito, mas muito mesmo.
 Ninguém gostava de ficar perto dele por
 que era insurportável, mas a pequena Chloe
 quis conhecer um pouco sobre ele, tornando
 assim amigos, escondida de seus pais ela faz
 visitas a ele e até leva comida para ele
 e sua cachorra.
          No fim do livro o autor nos dá um
 lição do verdadeiro significado da
 família e dos amigos.





O que Chloe será capaz de fazer pelo amigo dela?
Seus pais aceitaram?
E qual a verdadeira história do Senhor Fedor?
Leia o livro e descubra isso e muito mais.

Essa história é emocionante é muito rápida de ler, recomendo.



terça-feira, 14 de abril de 2015

OMG capa dura, é isso mesmo produção?

Isso mesmo, mas é só na Saraiva, tanto nas lojas físicas como na virtual que já está em pré venda por 34,90 (😱😱😱), lançamento no dia 05 de maio está próximo galera.

Edição exclusiva em capa dura, com exemplares numerados!
No quarto volume da série que já vendeu mais de 700 mil exemplares no Brasil, descubra o que vem depois do “felizes para sempre”.
Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, a filha mais velha do casal. Criada para ser uma líder forte e independente, ela nunca quis viver um conto de fadas como o de seus pais. Por isso, antes de conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, a jovem está totalmente descrente.
Mas, assim que a competição começa a situação muda de figura, e Eadlyn percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto imaginava.

Na minha opinião todos os livros deveriam ser capa dura mas com preços mais acessíveis, só acho.

Link para fazer sua reserva:

domingo, 12 de abril de 2015

Livro O Menino da Lista de Schindler

Comprei hoje e não vejo a hora de começar a ler, pena que tem muitos na lista, mas vou colocar esse na frente. Creio que esse livro promete muitas emoções, segue abaixo algumas informaçoes:

Autor: Leon Leyson.
Páginas: 256.
Editora: Rocco.
Gênero: Biografia, Memória, Infanto juvenil.

Sinopse:
Um pequeno vilarejo, os irmãos, os amigos, as corridas nos campos, os banhos de rio: essa é a verdadeira história de Leon, a história de um mundo despedaçado pela invasão dos nazistas. Quando em 1939 o exército alemão ocupou a Polônia, Leon tinha apenas dez anos. Logo ele e sua família foram confinados no gueto de Cracóvia junto a milhões de outros judeus. Com um pouco de sorte e muita coragem, o menino conseguiu sobreviver ao inferno e foi contratado para trabalhar na fábrica de Oskar Schindler, o famoso empreendedor que conseguiu salvar mais de mil e duzentos judeus dos campos de concentração. 

Neste testemunho que ficou por tanto tempo inédito, Leon Leyson nos conta sua extraordinária história, na qual, graças à força de um menino, o impossível se tornou possível. O Menino da Lista de Schindler é um legado de esperança e um chamado para que todos nós nos recordemos daqueles que não tiveram a chance do amanhã. 



Alguém já leu?
Se sim, deixe suas impressões aqui (sem spoiler).



domingo, 5 de abril de 2015

1º capítulo de A Herdeira

Galera hoje a editora Seguinte publicou o primeiro capítulo, e aqui está, vocês irão amar e ficar mais ansiosos ainda para o lançamento do livro.


LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO DE A HERDEIRA:

Nunca consegui prender a respiração por sete minutos. Nem sequer por um. Uma vez tentei correr um quilômetro e meio em sete minutos depois de descobrir que alguns atletas faziam isso em quatro, mas fracassei espetacularmente quando pontadas na lateral do abdome me deixaram exausta no meio do percurso.
Contudo, há uma coisa que consegui fazer em sete minutos que a maioria das pessoas consideraria bem impressionante: me tornar rainha.

Por ínfimos sete minutos cheguei ao mundo antes do meu irmão, Ahren, e o trono que deveria ser dele passou a ser meu. Se eu tivesse nascido uma geração antes, esse detalhe não teria feito diferença. Ahren era homem; Ahren seria o herdeiro.
Ora, minha mãe e meu pai não suportariam ver sua primogênita perder o título por causa de um inoportuno, ainda que agradável, par de peitos. Então eles mudaram a lei, e o povo se alegrou, e fui preparada dia após dia para me tornar a próxima governante de Illéa.
O que eles não entendiam era que aquelas tentativas de tornar minha vida justa pareciam bem injustas para mim.

Eu tentava não reclamar. Afinal, tinha consciência de que era muito sortuda. Mas havia dias, às vezes meses, em que eu sentia um enorme peso nas costas. Peso demais para qualquer pessoa suportar sozinha, na verdade.
Folheei o jornal e vi que outra rebelião havia ocorrido, dessa vez em Zuni. Vinte anos atrás, o primeiro ato de meu pai como rei foi dissolver as castas, e o velho sistema se desfez aos poucos, ao longo da minha vida. Eu ainda achava totalmente bizarro que no passado as pessoas vivessem marcadas por esses rótulos restritivos e arbitrários. Minha mãe era Cinco, meu pai, Um. Não fazia sentido, até porque não havia nenhum sinal externo dessas divisões. Como eu ia saber se estava ao lado de um Seis ou de um Três? Aliás, por que isso importava?
Logo que o fim das castas foi decretado, houve comemorações por todo o país. Meu pai esperava que as mudanças já estivessem bem consolidadas depois de uma geração. Ou seja: a essa altura, as coisas deveriam se acertar de vez.
Não era o que estava acontecendo, e essa nova rebelião era a mais recente de uma série de revoltas.

— Café, Alteza? — perguntou Neena ao deixar a bebida sobre a minha mesa.
— Obrigada. Pode levar os pratos.
Corri os olhos pelo artigo. Dessa vez, incendiaram um restaurante porque o proprietário não queria promover um garçom a chef de cozinha. O garçom alegava que a promoção havia sido prometida mas nunca efetivada, e tinha certeza de que era por causa do passado de sua família.
Vendo os restos carbonizados do prédio, eu sinceramente não sabia de que lado ficar. O proprietário tinha o direito de promover ou demitir quem quisesse, e o garçom tinha o direito de não ser marcado com um rótulo que, teoricamente, já não existia.
Deixei o jornal de lado e peguei minha bebida. Meu pai ia ficar irritado. Eu tinha certeza de que ele já devia ter pensado e repensado mil estratégias para tentar amenizar a situação. Mas, mesmo que conseguíssemos resolver alguns problemas, éramos incapazes de evitar cada um dos casos de discriminação pós-castas. Eram numerosos, muito frequentes e difíceis de monitorar.
Pus o café na mesa e fui em direção ao closet. Já estava na hora de começar o dia.
— Neena? — chamei. — Você sabe onde está o vestido cor de ameixa? Aquele com a faixa?
Ela apertou os olhos, concentrada, e veio ajudar.

Neena era relativamente nova no palácio. Começara a trabalhar comigo seis meses antes, quando a criada anterior ficou duas semanas de cama. Neena era tão atenta às minhas necessidades e tão boa companhia que a mantive. Também gostava muito de seu olho para moda.
Neena arregalou os olhos diante daquele espaço imenso.
— Talvez devêssemos reorganizar isso aqui.
— Pode reorganizar, se tiver tempo. Mas não é um projeto que me interessa.
— Não quando posso procurar as roupas para a senhorita, não é? — ela provocou.
— Exatamente!
Ela levou na brincadeira e, rindo, começou a vasculhar entre vestidos e calças.
— Gostei do seu cabelo hoje — comentei.
— Obrigada.
Todas as criadas usavam touca, mas mesmo assim Neena era muito criativa com seus penteados. De vez em quando, cachos grossos e escuros emolduravam seu rosto; outras vezes, enrolava as mechas num coque. Naquele dia, tranças largas rodeavam sua cabeça enquanto o resto do cabelo estava coberto. Eu gostava muito de ver que ela inventava maneiras diferentes de usar o uniforme, personalizando-o todos os dias.
— Ah! Está aqui atrás! — exclamou Neena, puxando o vestido longuete e estirando-o sobre a pele escura de seu braço.
— Perfeito! E você sabe onde está meu blazer cinza? Aquele de mangas três quartos?
Ela me olhou impassível.
— Com certeza vou reorganizar isso aqui.
— Você procura, eu me visto — falei, rindo.
Pus a roupa e penteei o cabelo, me preparando para mais um dia como o futuro rosto da monarquia. A combinação era feminina o bastante para conferir um ar de suavidade, mas também forte o bastante para que eu fosse levada a sério. Era um bom estilo a seguir, e eu o seguia diariamente.
Olhei para o espelho e disse para meu reflexo:
— Você é Eadlyn Schreave. Será a próxima pessoa a governar este país e a primeira garota a fazer isso sozinha. Nenhuma pessoa — prossegui — é tão poderosa quanto você.


Meu pai já estava no escritório com a testa franzida enquanto lia as notícias. Exceto pelos olhos, eu não era muito parecida com ele. Aliás, nem com a minha mãe.
Com o cabelo escuro, o rosto oval e a pele com um leve bronzeado que durava o ano todo, eu parecia mais com a minha avó do que com qualquer outra pessoa. No corredor do quarto andar havia uma pintura dela no dia de sua coroação. Eu costumava analisá-la quando era mais nova para tentar adivinhar como seria quando crescesse. A idade dela no retrato era próxima da minha agora e, embora não fôssemos idênticas, às vezes eu tinha a sensação de ser seu reflexo.
Cruzei a sala e beijei meu pai na bochecha.
— Bom dia.
— Bom dia. Você viu os jornais? — ele perguntou.
— Sim. Pelo menos ninguém morreu desta vez.
— Graças aos céus.
As piores revoltas eram as que resultavam em mortes ou desaparecimentos. Era terrível descobrir que rapazes foram espancados só porque se mudaram com a família para um bairro melhor, ou que mulheres foram atacadas por tentar conseguir um emprego que, no passado, era proibido para elas.
Às vezes, o motivo e as pessoas por trás desses crimes eram descobertos rapidamente, mas quase sempre havia muitas trocas de acusação e nenhuma resolução definitiva. Eu ficava exausta só de ouvir e sabia que era ainda pior para meu pai.
— Não entendo — ele disse ao tirar os óculos de leitura e esfregar os olhos. — Eles não queriam mais as castas. Nós fomos com calma, eliminamos as divisões devagar para todos conseguirem se adaptar. E agora eles queimam prédios.
— Há algum jeito de regulamentar isso? Podemos criar uma comissão para supervisionar as reclamações.
Voltei a observar a foto no jornal. No canto da imagem, o jovem filho do dono do restaurante chorava a perda de tudo. Sinceramente, eu sabia que as reclamações chegariam tão rápido que ninguém seria capaz de atendê-las, mas também sabia que meu pai não suportaria ficar de braços cruzados.
— É isso que você faria? — ele perguntou, olhando para mim.

— Não — respondi com um sorriso. — Eu perguntaria ao meu pai o que ele faria.

Ele suspirou.
— Nem sempre você terá essa opção, Eadlyn. Você precisa ser forte, decidida. Como você resolveria este incidente em particular?

Pensei um pouco antes de responder.

— Não acho que seja possível resolver essa situação. Não há meio de provar que foram as velhas castas que impediram a promoção do garçom. A única coisa que podemos fazer é abrir uma investigação para descobrir quem iniciou o incêndio. Uma família perdeu seu sustento hoje, e alguém deve ser responsabilizado. Não é com incêndios que se faz justiça.
Ele balançou a cabeça e pousou os olhos no jornal novamente.
— Acho que você está certa. Gostaria de poder ajudá-los. Mas, acima de tudo, precisamos pensar em como evitar que aconteça novamente. A situação já saiu do controle, Eadlyn, e isso é assustador.
Meu pai atirou o jornal no lixo e levantou, caminhando até a janela. Por sua postura, dava para perceber que estava tenso. Às vezes, sua função lhe trazia muita alegria, como quando visitava escolas cujas condições trabalhara sem descanso para melhorar ou quando via o florescimento de comunidades naquele tempo livre de guerras que havia inaugurado. Mas essas ocasiões se tornavam cada vez mais raras e escassas. Ele passava a maioria dos dias angustiado com a situação do país, fingindo sorrisos para os jornalistas, na esperança de que sua postura calma contagiasse a todos. Minha mãe o ajudava a carregar o fardo, mas no fim das contas o destino do país recaía única e exclusivamente nas suas costas. Um dia, estaria nas minhas.
Consciente de que se tratava de uma questão totalmente fútil, eu me preocupava com a possibilidade de ficar grisalha antes da hora.
— Faça uma anotação para mim, Eadlyn. Lembre-me de escrever ao governador de Zuni, Harpen. Ah, e escreva que a carta é para Joshua Harpen, não para o pai dele. Sempre esqueço que foi ele quem concorreu nas últimas eleições.
Anotei as instruções com minha elegante letra cursiva, pensando em como meu pai ficaria satisfeito ao vê-la mais tarde. Ele costumava pegar muito no meu pé por causa da minha caligrafia.
Sorrindo comigo mesma, me voltei para meu pai, mas logo desanimei ao vê-lo coçar a cabeça, tentando desesperadamente encontrar uma solução para aqueles problemas.
— Pai?
Ele se virou para mim e, por instinto, endireitou os ombros, como se precisasse assumir uma postura forte mesmo diante de mim.
— Por que você acha que isso está acontecendo? Não foi sempre assim.
Ele arqueou as sobrancelhas e começou a responder:
— Com certeza não — disse, quase para si mesmo. — No começo, todos pareciam contentes. Cada vez que removíamos uma casta, as pessoas festejavam. Apenas nos últimos anos, depois que todos os rótulos foram oficialmente apagados, as coisas saíram do controle.
Ele voltou a olhar pela janela antes de prosseguir:
— Só consigo pensar em uma coisa: quem cresceu com as castas tem consciência de que o que temos agora é melhor. Em comparação, é mais fácil casar ou trabalhar. A renda de uma família não provém de apenas uma profissão. Há mais opções quando se trata de educação. Mas aqueles que estão crescendo sem as castas e ainda enfrentam obstáculos… Acho que não sabem o que mais podem fazer.
Meu pai então olhou para mim e deu de ombros.
— Preciso de um tempo — murmurou. — Preciso dar um jeito de pausar os acontecimentos, resolver essa situação e então dar sequência ao governo.
Notei um sulco profundo em sua testa.
— Pai, não acho que isso seja possível.
Ele achou graça.
— Já fizemos isso antes. Eu lembro…

O foco de seu olhar mudou. Ele me observou por um momento. Parecia me fazer uma pergunta sem palavras.
— Pai?
— Sim?
— Você está bem?
Ele piscou algumas vezes antes de falar:
— Sim, querida, muito bem. Por que você não vai trabalhar naqueles cortes orçamentários? Podemos repassar suas ideias hoje à tarde. Preciso conversar com sua mãe.
— Claro.
Talento para matemática não era algo natural para mim. Por isso, eu levava o dobro do tempo para fazer cortes no orçamento e planejamentos financeiros. Mas também recusava veementemente que um dos conselheiros de meu pai ficasse atrás de mim com uma calculadora, tentando consertar minha bagunça. Ainda que precisasse passar a noite em claro, sempre garantia que meu trabalho estivesse correto.
Claro, Ahren era naturalmente bom em matemática, mas ninguém nunca o obrigava a aturar reuniões de orçamento, rezoneamento ou serviços de saúde. Ele sempre escapava ileso por causa daqueles malditos sete minutos.
Meu pai me deu um tapinha no ombro antes de sair do escritório às pressas. Levei mais tempo que o normal para me concentrar nos números. Não conseguia parar de pensar em sua expressão e estava certa de que tinha alguma coisa a ver comigo.